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A piscicultura em Frederico Westphalen

  • Thaane Otero
  • 28 de mar. de 2018
  • 1 min de leitura

Piscicultura é uma atividade realizada em água doce, tal qual já acontece há muito tempo no Brasil, sendo de cultivo intensivo e extensivo. E atrai alguns frederiquenses, como é o caso de Ronaldo Cerutti, 35 anos, que trabalha nessa área há quatro anos.


Tendo como inspiração a feira de Taquaruçu do Sul, Ronaldo entrou em contato com a EMATER em 2014 (instituição que é representante do serviço oficial de Extensão Rural do estado), e desde então vem cultivando peixes para a venda. Entretanto, mesmo residindo em Frederico Westphalen, esta é a sua primeira vez trabalhando na Feira do Peixe da cidade.


Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – ONU/FAO, enquanto a demanda mundial por pescado cresce em ritmo acelerado, as possibilidades de expansão da captura pesqueira estão caminhando para a extinção de algumas espécies.


Com essa realidade de escassez de pescados, a criação de peixes em cativeiro aumentou, e essa é uma das atividades de Albino Mariano Gaitcoski, 58 anos, pai de duas filhas, e que acredita que será o único de sua família a exercer a piscicultura. Ele e sua esposa, que frequentaram mais de dez feiras do produtor, trabalham também com apicultura. Nesta edição da Feira do Peixe, ela fica encarregada das tão famosas “bisnaguinhas de mel”, e acredita que as vendas neste ano sejam melhores que em anos anteriores, já que o local ficou mais acessível no centro da cidade.


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