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Estudantes e professores vão às ruas em luta pela educação

  • Taiane Borges e Luísa Haas
  • 16 de mai. de 2019
  • 1 min de leitura

Segundo a organização do evento, o ato em Frederico Westphalen contou com cerca de 300 pessoas

Universidades e Institutos Federais estiveram unidos pela educação. Foto: Taiane Borges 

A greve nacional da educação, convocada por centrais sindicais para acontecer nesta quarta-feira, 15 de maio, foi marcada por manifestações em todo o país. Em Frederico Westphalen, estudantes, professores e técnicos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e do Instituto Federal Farroupilha (IFFar) saíram às ruas para o ato em defesa da educação e contra a reforma da previdência. Aproximadamente 300 manifestantes reuniram-se, às 14h, no Largo Vitalino Cerutti, com banners e cartazes contendo informações sobre os trabalhos realizados no ensino, na pesquisa e na extensão universitária, além de faixas dos sindicatos e entidades que apoiaram o ato. 

O momento serviu para debates e reflexões. Foto: Taiane Borges 

O dia começou com a participação da comunidade estudantil em uma reunião na Câmara de Vereadores do município, às 9h, na qual foram feitos esclarecimentos sobre o contingenciamento, por parte do Ministério da Educação, de recursos orçamentários das instituições federais. À tarde, além da exposição de trabalhos acadêmicos, feita pelos estudantes, foi ministrada uma aula pública com falas de representantes das categorias dos trabalhadores da educação e da agricultura familiar, dos estudantes, e de servidores do município. 

Às 16h, houve uma caminhada pelas ruas centrais da cidade, com manifestações em defesa da educação pública. 

O vice diretor da UFSM  campus Frederico Westphalen, Igor Senger, destacou a importância da participação da comunidade acadêmica. Segundo ele, em Frederico Westphalen, só a folha de pagamento dos servidores chega a 22 milhões, recursos que aportam no comércio e nos serviços do município. 


 
 
 
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